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19/04/2018 Redação - Portal A12 Comunicados CNBB Arcebispo de Belo Horizonte fala sobre desafios pastorais nas metrópoles
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A presença e atuação da Igreja nos grandes centros urbanos é uma preocupação e uma realidade para a Igreja no Brasil. Nesta quarta-feira (18), durante a 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), o Arcebispo de Belo Horizonte (MG), Dom Walmor Oliveira de Azevedo trouxe contribuições de sua Igreja local.

A Arquidiocese de Belo Horizonte está presente na capital mineira e em outros 28municípios da região metropolitana de Belo Horizonte, compreendendo 5,3 milhões de habitantes com um percentual de 74,5% de católicos.

O arcebispo citou uma pesquisa do Centro de Geoprocessamento de Informações e Pesquisas Pastorais e Religiosas – Cegipar da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC), que cerca de 500 mil habitantes da região moram em vilas ou favelas e apontou que a Igreja particular de Belo Horizonte não está presente em 170 favelas da região metropolitana.

“Este é um desafio urbano para nossa Igreja: estar presente no meio dos pobres”, afirmou Dom Walmor, que destacou também a necessidade de ter instrumentos de trabalho que tragam um panorama real das cidades e não apenas uma visão generalizada

“O trabalho na realidade urbana supõe ter equipamentos adequados de abordagem, de intercâmbio e de análise da própria realidade”, acrescentou. Dom Walmor ainda citou o trabalho crescente de comunicação e nas redes sociais realizado na Arquidiocese para contribuir com a evangelização.

Dom Walmor falou da necessidade de fazer crescer a rede de comunidades. “Não tem como evangelizar nos grandes centros urbanos, nas cidades conturbadas das regiões metropolitanas sem a força das comunidades, sem o fortalecimento com uma Igreja ministerial”, afirmou.

O arcebispo ainda completou falando da valorização da religiosidade popular e da devoção mariana, citando os mais de dez santuários da Arquidiocese, como centros de espiritualidade e lugar de cuidar dos pobres.

Evangelizar nas grandes cidades é usar, criar e expandir equipamentos numa concepção muito aberta e bastante audaciosa para fazer essa experiência importante e bonita de permear os valores do evangelho na cultura, nos corações, na vida e na dinâmica de nossas grandes cidades”, concluiu.

 

Atualizado em: 19/04/2018 às 10:12
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